IBDP enviou análise detalhada sobre os problemas enfrentados pelos segurados em Nota Técnica entregue ao INSS
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) determinou a suspensão cautelar do contrato com a empresa Crefisa S.A. e com o Banco Agibank S.A., responsáveis pelo pagamento de benefícios previdenciários. A decisão foi tomada após reclamações registradas por diferentes canais, entre eles o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), instituto científico-jurídico.
Entre as principais queixas apresentadas por beneficiários do INSS em relação às instituições financeiras estão: cobranças e descontos indevidos, ausência de estrutura adequada para saque, dificuldade e falha no acesso ao atendimento, atuação fora dos padrões exigidos no edital. Essas reivindicações, somadas à análise detalhada de dados, contratos, decisões judiciais em curso foram reunidas em uma Nota Técnica, elaborada pela diretoria do IBDP e encaminhada, junto ao Ofício nº 159/2025, ao INSS.
Por se tratar de medida cautelar, a suspensão aplica-se aos novos pagamentos de benefícios, como forma de cessar as irregularidades e resguardar o interesse público. “Os pagamentos já programados, conforme a nota divulgada pelo INSS, serão mantidos na Crefisa e no Agibank e, a partir de agora, o segundo colocado em cada estado deve assumir a folha de pagamentos a partir das novas concessões”, explica Joseane.
A presidente do IBDP, Gisele Kravchychyn, destacou a postura do INSS diante da situação: “Entendemos que foi uma decisão difícil, mas necessária para proteger e assegurar os direitos dos segurados do Regime Geral de Previdência Social”.
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