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	<title>direito</title>
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	<description>O Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário é uma associação civil sem fins lucrativos de cunho científico-jurídico focada em Direito Previdenciário. Promove cursos, eventos e estudos sobre vários temas dentro do universo do direito previdenciário, justiça e Previdência Social.</description>
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	<title>direito</title>
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		<title>Congresso tem 32 medidas provisórias para serem votadas</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/27/congresso-tem-32-medidas-provisorias-para-serem-votadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional retoma os trabalhos em agosto com 32 medidas provisórias para analisar. Entre elas estão propostas sobre renegociação de dívidas, ressarcimento de descontos indevidos em benefícios do INSS, combustíveis, transporte e apoio a empresas afetadas pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos. Também há uma série de medidas editadas para subsidiar combustíveis, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional retoma os trabalhos em agosto com 32 medidas provisórias para analisar. Entre elas estão propostas sobre renegociação de dívidas, ressarcimento de descontos indevidos em benefícios do INSS, combustíveis, transporte e apoio a empresas afetadas pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos.</p>
<p>Também há uma série de medidas editadas para subsidiar combustíveis, reduzindo os impactos da alta internacional do petróleo, e outras de apoio a empresas afetadas pelos tarifaços dos Estados Unidos.</p>
<p>Várias MPs trazem incentivos e linhas de crédito para o transporte de passageiros, com programas focados na renovação sustentável de frotas para motoristas profissionais e taxistas, além de apoio ao setor aéreo.</p>
<p>As medidas produzem efeitos imediatos, mas dependem da aprovação do Congresso para serem convertidas em lei. A votação ocorre primeiro nas comissões mistas depois na Câmara e por último no Senado. Caso não sejam aprovadas no prazo máximo de 120 dias, as medidas perdem a validade. A contagem dos prazos é interrompida durante o recesso parlamentar, o que não aconteceu em 2026 porque o Congresso não pode entrar formalmente em recesso sem a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O projeto da LDO de 2027 (PLN 2/2026) ainda não foi votado e, por isso, os prazos de vigência das MPs continuam correndo durante esse período.</p>
<h3><strong>Desenrola</strong></h3>
<p>No Novo Desenrola Brasil, instituído pela MP 1.355/2026, pessoas com renda mensal de até R$ 8.105 poderão refinanciar dívidas de até R$ 15 mil por banco com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. A MP também contém regras específicas para aliviar dívidas de pequenas e microempresas, alcançando ainda os endividados com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>
<p>O programa atinge as dívidas relativas a empréstimos feitos até 31 de janeiro de 2026, com parcelas atrasadas entre 91 e 720 dias. Essas dívidas devem ser pessoais e relativas a cartão de crédito parcelado ou rotativo, cheque especial e crédito pessoal sem consignação em folha, por exemplo.</p>
<p>Editada em maio, a medida tem prazo até 31 de agosto para ser votada e ainda aguarda a instalação da comissão mista na qual será analisada, para seguir para a Câmara e depois para o Senado.</p>
<p>Também aguarda instalação da comissão mista a  MP 1.373/2026, que institui os programas Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor. As novas regras permitem a renegociação de dívidas de trabalhadores informais que estejam com o pagamento das parcelas em dia.</p>
<p>Já os estudantes beneficiados pelo Fies que estiverem com as parcelas em dia poderão ter acesso a um crédito especial para investir em seu próprio negócio.</p>
<h3><strong>Taxa das blusinhas</strong></h3>
<p>Publicada em maio, a MP 1.357/2026 tornou mais baratas as compras internacionais de pequeno valor. Um dos principais impactos práticos da medida é o fim do Imposto de Importação para compras de até US$ 50 feitas por pessoas físicas no âmbito do Programa Remessa Conforme. O tributo ficou popularmente conhecido como taxa das blusinhas.</p>
<p>A cobrança sobre compras internacionais de pequeno valor havia sido implementada em 2024 e gerou reação de consumidores e debates entre plataformas estrangeiras de comércio eletrônico e representantes do varejo nacional.</p>
<h3><strong>INSS</strong></h3>
<p>Publicada na terça (21), MP 1.378/2026, abriu crédito extraordinário de R$ 547 milhões ao Ministério da Previdência Social. O dinheiro deve ser usado para ressarcir aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos de entidades associativas. O ressarcimento possibilitado com esse crédito será para quem se cadastrou no aplicativo Meu INSS até o dia 20 de junho.</p>
<p>Já a MP 1.369/2026 amplia as atribuições do Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB). A intenção é reduzir as filas de análise de benefícios do INSS e da Perícia Médica Federal.</p>
<h3><strong>Combustíveis</strong></h3>
<p>A alta do petróleo fez com que o governo editasse, no primeiro semestre de 2026, várias medidas provisórias para tentar reduzir o impacto no preço dos combustíveis para os brasileiros.</p>
<p>Uma delas é a  MP 1.349/2026 Institui o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. A medida ainda não foi analisada pela comissão mista e precisa ser votada ainda na primeira semana de agosto, já que o prazo se encerra no dia 4.</p>
<p>Além dela, estão em análise a MP 1.358/2026, que concede subvenção econômica à  venda de combustíveis derivados de petróleo, a MP 1.363/2026, com subsídio para produtores e importadores de diesel, e medidas com créditos extraordinários para viabilizar ações contra a alta de preços de combustíveis (MP 1.351/2026 , MP 1.368/2026, MP 1.372/2026 e MP 1.380/2026)</p>
<h3><strong>Tarifaço</strong></h3>
<p>A MP 1.379/2026, publicada na quarta-feira (22) no <em>Diário Oficial da União</em>, viabiliza a terceira rodada do Plano Brasil Soberano, com um socorro de R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional.</p>
<p>Além das empresas diretamente atingidas pelo tarifaço norte-americano, o programa passa a contemplar exportadores prejudicados por conflitos internacionais, como os do Golfo Pérsico. Também passam a ser contemplados setores considerados estratégicos.</p>
<p>Já a MP 1.352/2026, que destinou R$ 5 bilhões adicionais para o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), também para reforçar o Plano Brasil Soberano.</p>
<h3><strong>Transporte</strong></h3>
<p>Sete medidas em análise no Congresso tratam do setor de transporte de cargas e passageiros. Entre elas está a  MP 1.360/2026, que simplifica exigências para o exercício da atividade dos mototaxistas, motoboys e profissionais de motofrete. O texto dispensa o registro do veículo na categoria aluguel e a inspeção semestral dos equipamentos obrigatórios e de segurança, entre outras regras.</p>
<p>Outras medidas criam linhas de financiamento para a compra de veículos novos por motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas de táxi (MP 1.359/2026), por mototaxistas e motoboys (MP 1.366/2026) e por transportadores de cargas e empresas de transporte de cargas ou passageiros (MP 1.353/2026).</p>
<p>Também há medidas provisórias com créditos extraordinários para viabilizar as linhas de financiamento  de novos veículos (MP 1.362/2026 e MP 1.354/2026) e uma com crédito para empréstimos às companhias aéreas nacionais (MP 1.365/2026).</p>
<p>&nbsp;</p>
<table class="tablemateria">
<tbody>
<tr>
<td width="123"><strong>MP</strong></td>
<td width="123"><strong>Prazo final</strong></td>
<td width="406"><strong>Assunto</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173530" target="_blank" rel="noopener">MP 1.349/2026</a></td>
<td width="123">04/08/2026</td>
<td width="406">Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173672" target="_blank" rel="noopener">MP 1.350/2026</a></td>
<td width="123">12/08/2026</td>
<td width="406">Aprimoramento do Fundo Garantidor da Habitação Popular</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173764" target="_blank" rel="noopener">MP 1.351/2026</a></td>
<td width="123">25/08/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; subvenção à importação de gás liquefeito de petróleo (GLP)</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173791" target="_blank" rel="noopener">MP 1.352/2026</a></td>
<td width="123">26/08/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Linhas de crédito para exportadores abrangidos pelo Plano Brasil Soberano</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173832" target="_blank" rel="noopener">MP 1.353/2026</a></td>
<td width="123">27/08/2026</td>
<td width="406">Ampliação do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) para financiamento de caminhões e ônibus sustentáveis</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173833" target="_blank" rel="noopener">MP 1.354/2026</a></td>
<td width="123">27/08/2026</td>
<td width="406">Crédito Extraordinário &#8211; Ampliação do FGI para financiamento de caminhões e ônibus sustentáveis</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173846" target="_blank" rel="noopener">MP 1.355/2026</a></td>
<td width="123">31/08/2026</td>
<td width="406">Novo Desenrola Brasil</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173847" target="_blank" rel="noopener">MP 1.356/2026</a></td>
<td width="123">31/08/2026</td>
<td width="406">Crédito Extraordinário &#8211; Ações de defesa civil em regiões atingidas por desastres naturais</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174123" target="_blank" rel="noopener">MP 1.357/2026</a></td>
<td width="123">08/09/2026</td>
<td width="406">Redução das taxas de importação de produtos por via postal</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174149" target="_blank" rel="noopener">MP 1.358/2026</a></td>
<td width="123">09/09/2026</td>
<td width="406">Subvenção econômica à comercialização de combustíveis derivados de petróleo</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174220" target="_blank" rel="noopener">MP 1.359/2026</a></td>
<td width="123">15/09/2026</td>
<td width="406">Linhas de financiamento para renovação da frota de motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas de táxi</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174221" target="_blank" rel="noopener">MP 1.360/2026</a></td>
<td width="123">15/09/2026</td>
<td width="406">Simplificação de regras para atividades de motofrete e mototáxi</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174255" target="_blank" rel="noopener">MP 1.361/2026</a></td>
<td width="123">16/09/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Complementação do apoio financeiro às famílias atingidas por eventos climáticos extremos em Minas Gerais</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174301" target="_blank" rel="noopener">MP 1.362/2026</a></td>
<td width="123">22/09/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Financiamento para compra de táxis e carros de aplicativos pelo Programa Move Brasil</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174397" target="_blank" rel="noopener">MP 1.363/2026</a></td>
<td width="123">26/09/2026</td>
<td width="406">Subsídio para produtores e importadores de diesel</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174408" target="_blank" rel="noopener">MP 1.364/2026</a></td>
<td width="123">29/09/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Segurança alimentar de famílias atingidas por eventos climáticos em Pernambuco e na Paraíba</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174454" target="_blank" rel="noopener">MP 1.365/2026</a></td>
<td width="123">05/10/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Financiamento de capital de giro para companhias aéreas</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174622" target="_blank" rel="noopener">MP 1.366/2026</a></td>
<td width="123">09/10/2026</td>
<td width="406">Linha de financiamento para trabalhadores que atuam no transporte urbano individual de passageiros ou de cargas</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174624" target="_blank" rel="noopener">MP 1.367/2026</a></td>
<td width="123">12/10/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Ações de combate a incêndios florestais e fiscalização ambiental</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174784" target="_blank" rel="noopener">MP 1.368/2026</a></td>
<td width="123">16/10/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário – Empréstimo a companhias aéreas para neutralizar o impacto no custo do querosene de aviação</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174796" target="_blank" rel="noopener">MP 1.369/2026</a></td>
<td width="123">16/10/2026</td>
<td width="406">Redução do prazo para inclusão de processos no Programa de Gerenciamento de Benefícios do INSS</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174819" target="_blank" rel="noopener">MP 1.370/2026</a></td>
<td width="123">16/10/2026</td>
<td width="406">Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed)</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174852" target="_blank" rel="noopener">MP 1.371/2026</a></td>
<td width="123">20/10/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Alteração da MP 1.354 sobre financiamento de caminhões e ônibus sustentáveis</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174900" target="_blank" rel="noopener">MP 1.372/2026</a></td>
<td width="123">26/10/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Subvenção econômica aos importadores de óleo diesel de uso rodoviário</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174901" target="_blank" rel="noopener">MP 1.373/2026</a></td>
<td width="123">26/10/2026</td>
<td width="406">Programas Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174924" target="_blank" rel="noopener">MP 1.374/2026</a></td>
<td width="123">28/10/2026</td>
<td width="406">Apoio financeiro aos produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174944" target="_blank" rel="noopener">MP 1.375/2026</a></td>
<td width="123">30/10/2026</td>
<td width="406">Adicional de fronteira a servidores que atuam em localidades estratégicas</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/175190" target="_blank" rel="noopener">MP 1.376/2026</a></td>
<td width="123">11/11/2026</td>
<td width="406">Linhas de crédito para renegociação de dívidas rurais</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/175215" target="_blank" rel="noopener">MP 1.377/2026</a></td>
<td width="123">12/11/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Linhas de crédito para renegociação de dívidas rurais.</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/175246" target="_blank" rel="noopener">MP 1.378/2026</a></td>
<td width="123">17/11/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211; Ressarcimento de beneficiários do INSS</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/175261" target="_blank" rel="noopener">MP 1.379/2026</a></td>
<td width="123">18/11/2026</td>
<td width="406">Linhas de crédito exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional (Brasil Soberano 3)</td>
</tr>
<tr>
<td width="123"><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/175266" target="_blank" rel="noopener">MP 1.380/2026</a></td>
<td width="123">19/11/2026</td>
<td width="406">Crédito extraordinário &#8211;  Subsídios à produção e à importação de combustíveis</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Senado (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/27/congresso-tem-32-medidas-provisorias-para-serem-votadas">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/27/congresso-tem-32-medidas-provisorias-para-serem-votadas</a>)</p>
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		<item>
		<title>TRF3 reconhece especialidade do trabalho de serralheiro e concede aposentadoria a segurado</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/24/trf3-reconhece-especialidade-do-trabalho-de-serralheiro-e-concede-aposentadoria-a-segurado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20367</guid>

					<description><![CDATA[Documentos demonstraram que o homem exerceu as funções exposto a fumos metálicos de forma habitual e permanente  A Nona Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) reconheceu a especialidade da atividade de serralheiro e determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a concessão de aposentadoria por tempo de contribuição a um segurado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Documentos demonstraram que o homem exerceu as funções exposto a fumos metálicos de forma habitual e permanente </em></p>
<div>
<p>A Nona Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) reconheceu a especialidade da atividade de serralheiro e determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a concessão de aposentadoria por tempo de contribuição a um segurado.</p>
</div>
<div>
<p>Segundo os magistrados, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) demonstraram que o homem exerceu as atividades exposto a fumos metálicos de forma habitual e permanente, no período de março de 1997 a dezembro de 2018.</p>
</div>
<div>
<p>“O enquadramento está previsto nos itens 1.2.9 do Decreto nº 53.831/1964 e 1.2.11 do Decreto nº 83.080/1979”, explicou o relator do processo, desembargador federal Gilberto Jordan.</p>
</div>
<div>
<p>Fumos metálicos são partículas sólidas ultrafinas suspensas no ar, formadas durante a soldagem, quando metais fundidos vaporizam e se condensam rapidamente. Por serem minúsculos, podem penetrar nos pulmões e na corrente sanguínea, provocando doenças.</p>
</div>
<div>
<p>O homem, serralheiro autônomo, acionou o Judiciário pedindo o reconhecimento de trabalho especial de 1995 a 2025 e a concessão de aposentadoria por tempo de contribuição a partir do requerimento administrativo.</p>
</div>
<div>
<p>O segurado recorreu ao TRF3 após a 1ª Vara Federal de Tupã/SP ter determinado ao INSS que averbasse a especialidade do intervalo entre 1995 e 1997.</p>
</div>
<div>
<p><strong>Acórdão </strong></p>
</div>
<div>
<p>Ao analisar o caso, o magistrado explicou que os fumos metálicos compõem a lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos &#8211; Linach 1 e requerem uma análise qualitativa de exposição.</p>
</div>
<div>
<p>Assim, o uso de equipamentos de proteção individual ou coletiva não descaracteriza a especialidade.</p>
</div>
<div>
<p>O relator considerou o Tema 1.291 do Superior Tribunal de Justiça, pelo qual o contribuinte individual não cooperado (autônomo) tem direito ao reconhecimento da atividade especial exercido posteriormente à Lei nº 9.032/1995, se confirmada a exposição a agentes nocivos.</p>
</div>
<div>
<p>A Nona Turma, por unanimidade, deu parcial provimento ao recurso. O INSS deve conceder o benefício ao segurado a partir do requerimento administrativo.</p>
</div>
<div><strong>Fonte:</strong> TRF3 (<a href="https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/445777-trf3-reconhece-especialidade-do-trabalho-de-serralheiro">https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/445777-trf3-reconhece-especialidade-do-trabalho-de-serralheiro</a>)</div>
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<div></div>
</div>
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		<item>
		<title>CJF libera o pagamento de RPVs a mais de 248 mil beneficiárias(os)</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/cjf-libera-o-pagamento-de-rpvs-a-mais-de-248-mil-beneficiariasos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20365</guid>

					<description><![CDATA[Caberá aos TRFs, segundo cronogramas próprios, efetuar o depósito dos recursos financeiros O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou aos Tribunais Regionais Federais (TRFs) os limites para o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs), autuadas em junho de 2026, para um total de 194.131 processos, com 248.833 beneficiárias(os). A soma atinge o valor de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Caberá aos TRFs, segundo cronogramas próprios, efetuar o depósito dos recursos financeiros</em></p>
<p style="text-align: left;"><span data-contrast="auto">O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou aos Tribunais Regionais Federais (TRFs) os limites para o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs), autuadas em junho de 2026, para um total de 194.131 processos, com 248.833 beneficiárias(os). A soma atinge o valor de R$ 2.861.702.767,36. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Do total geral, R$ 2.404.658.281,26 correspondem a matérias previdenciárias e assistenciais, a exemplo de revisões de aposentadorias, auxílio-doença, pensões e outros benefícios, que somam 113.874 processos, com 157.691 beneficiárias(os). </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Conselho esclarece que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados. Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, essa informação deve ser buscada na consulta de RPVs disponível no portal do Tribunal Regional Federal responsável. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">RPVs em cada Região da Justiça Federal</span><span data-ccp-props="{}"> </span></strong></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 1ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (Sede no DF, com jurisdição: DF, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 679.411.720,50</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 584.636.569,31 (29.083 processos, com 35.289 beneficiárias(os)) </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 2ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (sede no RJ, com jurisdição no RJ e ES)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 301.225.725,25</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 217.094.412,74 (9.610 processos, com 14.127 beneficiárias(os)) </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 3ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (sede em SP, com jurisdição em SP e MS)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 484.406.148,23</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 384.926.017,61 (12.764 processos, com 16.885 beneficiárias(os)) </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 4ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (sede no RS, com jurisdição no RS, no PR e em SC)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 623.984.745,33</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 536.356.655,52 (28.585 processos, com 41.219 beneficiárias(os)) </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 5ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (sede em PE, com jurisdição: PE, CE, AL, SE, RN e PB)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 492.597.733,29</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 421.574.449,86 (20.024 processos, com 32.812 beneficiárias(os)) </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong><span data-contrast="auto">TRF da 6ª Região</span></strong><span data-contrast="auto"> (sede em MG, com jurisdição em MG)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Geral: R$ 280.076.694,76</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Previdenciárias/Assistenciais: R$ 260.070.176,22 (13.808 processos, com 17.359 beneficiárias(os))</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong>Fonte:</strong> CJF (<strong><a href="https://www.cjf.jus.br/cjf/noticias/2026/julho/cjf-libera-o-pagamento-de-rpvs-a-mais-de-248-mil-beneficiarias-os">https://www.cjf.jus.br/cjf/noticias/2026/julho/cjf-libera-o-pagamento-de-rpvs-a-mais-de-248-mil-beneficiarias-os</a>)</strong></p>
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		<title>Nova lei atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-aos-honorarios-advocaticios-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20363</guid>

					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta quarta-feira (22) a Lei 15.472, de 2026, que atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios, ou seja, permite que esse dinheiro seja classificado como essencial para a sobrevivência do advogado. Publicada no Diário Oficial da União, a norma muda o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (Lei 8.906, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta quarta-feira (22) a Lei 15.472, de 2026, que atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios, ou seja, permite que esse dinheiro seja classificado como essencial para a sobrevivência do advogado.</p>
<p>Publicada no Diário Oficial da União, a norma muda o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (Lei 8.906, de 1994) para determinar que os honorários, definidos em sentença judicial ou em contrato com o cliente, são títulos executivos de natureza alimentar. Devem, portanto, ter o pagamento priorizado em caso de falência, concordata, concurso de credores, insolvência civil e liquidação extrajudicial.</p>
<p>Pela nova lei, os honorários dos inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) incluem salários, vencimentos, proventos, pensões, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. Os advogados também terão prioridade no recebimento de precatórios (dívidas do poder público em decorrência de ações judiciais).</p>
<p>Antes, somente os honorários devidos aos advogados vitoriosos nas ações judiciais eram reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como de natureza alimentar.</p>
<p>A Lei 15.472 originou-se de projeto de lei do senador Carlos Portinho (PL-RJ), PL 850/2023. A votação do texto foi concluída pelo Congresso Nacional em abril deste ano.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Senado (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/22/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-dos-honorarios-advocaticios">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/22/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-dos-honorarios-advocaticios</a>)</p>
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		<title>Nova lei atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-aos-honorarios-advocaticios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta quarta-feira (22) a Lei 15.472, de 2026, que atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios, ou seja, permite que esse dinheiro seja classificado como essencial para a sobrevivência do advogado. Publicada no Diário Oficial da União, a norma muda o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (Lei 8.906, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta quarta-feira (22) a Lei 15.472, de 2026, que atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios, ou seja, permite que esse dinheiro seja classificado como essencial para a sobrevivência do advogado.</p>
<p>Publicada no Diário Oficial da União, a norma muda o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (Lei 8.906, de 1994) para determinar que os honorários, definidos em sentença judicial ou em contrato com o cliente, são títulos executivos de natureza alimentar. Devem, portanto, ter o pagamento priorizado em caso de falência, concordata, concurso de credores, insolvência civil e liquidação extrajudicial.</p>
<p>Pela nova lei, os honorários dos inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) incluem salários, vencimentos, proventos, pensões, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. Os advogados também terão prioridade no recebimento de precatórios (dívidas do poder público em decorrência de ações judiciais).</p>
<p>Antes, somente os honorários devidos aos advogados vitoriosos nas ações judiciais eram reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como de natureza alimentar.</p>
<p>A Lei 15.472 originou-se de projeto de lei do senador Carlos Portinho (PL-RJ), PL 850/2023. A votação do texto foi concluída pelo Congresso Nacional em abril deste ano.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Senado (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/22/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-dos-honorarios-advocaticios">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/22/nova-lei-atribui-natureza-alimentar-dos-honorarios-advocaticios</a>)</p>
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		<item>
		<title>Projeto abre crédito no Orçamento para pagamento de benefícios sociais</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/projeto-abre-credito-no-orcamento-para-pagamento-de-beneficios-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20359</guid>

					<description><![CDATA[Texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelo Plenário do Congresso Nacional O governo enviou ao Congresso Nacional projeto (PLN 23/26) que abre crédito suplementar de R$ 185,5 bilhões no Orçamento de 2026 para pagar benefícios sociais, como o Bolsa Família. O valor elevado ocorre porque esses recursos já estavam no Orçamento, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelo Plenário do Congresso Nacional</em></p>
<p>O governo enviou ao Congresso Nacional projeto (PLN 23/26) que abre crédito suplementar de R$ 185,5 bilhões no Orçamento de 2026 para pagar benefícios sociais, como o Bolsa Família.</p>
<p>O valor elevado ocorre porque esses recursos já estavam no Orçamento, mas dependem de aprovação do Congresso por ultrapassarem o limite da chamada regra de ouro.</p>
<p>Essa regra, que é constitucional, determina que o governo não pode fazer dívidas em montante superior ao que gasta com investimentos e amortizações.</p>
<p>O total de despesas orçamentárias fora do limite da regra de ouro é de R$ 288 bilhões, porém, segundo a mensagem que acompanha o projeto, a diferença já foi autorizada por portarias da Secretaria de Orçamento Federal, em conformidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026.</p>
<p>Os recursos do projeto serão utilizados no pagamento de benefícios previdenciários, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia, além do Bolsa Família.</p>
<p><strong>Passo a passo</strong></p>
<p>O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal), onde terá de ser aprovado por maioria absoluta (no mínimo, 257 deputados e 41 senadores).</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<item>
		<title>MP destina R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do INSS</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/mp-destina-r-547-milhoes-para-ressarcir-beneficiarios-do-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20357</guid>

					<description><![CDATA[O Congresso Nacional vai apreciar a Medida Provisória (MP) 1.378/2026, que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões em favor do Ministério da Previdência Social. O recurso é destinado ao ressarcimento, em âmbito nacional, de aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos de entidades associativas. A MP foi editada pelo Poder Executivo e publicada nesta terça-feira (21) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional vai apreciar a Medida Provisória (MP) 1.378/2026, que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões em favor do Ministério da Previdência Social. O recurso é destinado ao ressarcimento, em âmbito nacional, de aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos de entidades associativas. A MP foi editada pelo Poder Executivo e publicada nesta terça-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>Prevê-se que nos próximos meses milhares de beneficiários recebam ressarcimento por valores descontados irregularmente. Era preciso cadastrar-se pelo aplicativo Meu INSS até o dia 20 de junho. Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), até junho mais de R$ 3,2 bilhões já haviam sido devolvidos a 4,7 milhões de segurados.</p>
<p>As fraudes em benefícios de aposentados e pensionistas foram um dos principais temas da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, entre agosto do ano passado e março deste ano.</p>
<p>A MP já está em vigor, mas até 10 de agosto senadores e deputados poderão apresentar emendas. O texto passa a tramitar em regime de urgência em 4 de setembro. A contagem dos prazos é suspensa durante os recessos parlamentares.</p>
<p>Segundo a Constituição, as medidas provisórias têm validade de 60 dias, mas o prazo pode ser prorrogado uma vez (por mais 60 dias). Se o Congresso Nacional não votar nesse período, a proposta perde a eficácia. Nesse caso, o Parlamento pode promulgar um decreto legislativo para disciplinar as relações jurídicas decorrentes da MP.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Senado (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/21/mp-destina-r-547-milhoes-para-ressarcir-beneficiarios-do-inss">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/21/mp-destina-r-547-milhoes-para-ressarcir-beneficiarios-do-inss</a>)</p>
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		<item>
		<title>TRF3 determina concessão de pensão por morte a indígena da região de Miranda/MS    </title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/23/trf3-determina-concessao-de-pensao-por-morte-a-indigena-da-regiao-de-miranda-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20355</guid>

					<description><![CDATA[Colegiado considerou especificidades socioculturais   A Turma Regional de Mato Grosso do Sul (TRMS) do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda pensão por morte a um indígena da região de Miranda/MS pelo falecimento da esposa, segurada especial rural. Segundo os magistrados, documentos e testemunhas demonstraram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="tit3" style="text-align: center;"><em>Colegiado considerou especificidades socioculturais  </em></div>
<div class="mat">
<p>A Turma Regional de Mato Grosso do Sul (TRMS) do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda pensão por morte a um indígena da região de Miranda/MS pelo falecimento da esposa, segurada especial rural.</p>
<p>Segundo os magistrados, documentos e testemunhas demonstraram preenchimento dos requisitos legais para o recebimento do benefício.</p>
<p>Certidões informaram que o homem exerceu a função de lavrador. A esposa era instituidora do lar e trabalhou no cultivo de feijão, milho, mandioca, banana, abóbora, maxixe, melancia e quiabo.</p>
<p>“A prova testemunhal colhida em juízo confirmou que a falecida participava das atividades agrícolas desenvolvidas na aldeia indígena, em regime de economia familiar”, explicou o relator do processo, desembargador federal Carlos Muta.</p>
<p>O homem acionou o Judiciário requerendo pensão por morte pelo falecimento da esposa. A 2ª Vara de Miranda/MS, em competência delegada, negou o pedido por ausência de comprovação da qualidade de segurada especial da mulher e pela presença de vínculos empregatícios urbanos em nome do autor.</p>
<p>Ao analisar o caso, o relator observou que registros esparsos no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) do homem não descaracterizaram o regime de economia familiar.</p>
<p>“Não se trata de histórico laboral urbano permanente ou suficiente para afastar a predominância do trabalho rural”, destacou.</p>
<p>O magistrado afirmou que a certidão emitida pela Funai e os depoimentos testemunhais revelaram que a mulher participou diretamente das atividades agrícolas na comunidade em que vivia e contribuiu para o sustento familiar até seu falecimento.</p>
<p>Carlos Muta acrescentou que a condição indígena exige interpretação probatória compatível com as especificidades socioculturais.</p>
<p>“Nesse cenário, documentos expedidos pela Funai assumem especial relevância como meio idôneo de comprovação da atividade rural exercida por membros da comunidade”, concluiu.</p>
<p>A TRMS, por unanimidade, deu provimento ao recurso. O benefício deve ser implantado a partir do requerimento administrativo.</p>
<p>Apelação Cível 5115706-23.2025.4.03.9999</p>
<p><strong>Fonte: TRF3 (<a href="https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/445710-trf3-determina-concessao-de-pensao-por-morte-a-indigena">https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/445710-trf3-determina-concessao-de-pensao-por-morte-a-indigena</a>)</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Nova PEC de aposentadoria especial vai de encontro a decisão recente do STF</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/21/nova-pec-de-aposentadoria-especial-vai-de-encontro-a-decisao-recente-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ibdp.org.br/?p=20337</guid>

					<description><![CDATA[Aprovada nesta terça-feira (14/7) pelo Senado e pronta para ser promulgada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que estabelece regras de aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, entra em conflito com um entendimento recente do Supremo Tribunal Federal ao fixar idade mínima. Embora o precedente não seja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprovada nesta terça-feira (14/7) pelo Senado e pronta para ser promulgada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que estabelece regras de aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, entra em conflito com um entendimento recente do Supremo Tribunal Federal ao fixar idade mínima. Embora o precedente não seja automaticamente aplicável, ele sinaliza a posição da corte com relação ao tipo de regra criada pelo texto.</p>
<div id="attachment_915649" class="wp-caption alignright">
<div class="image-credit-new"></div>
<p id="caption-attachment-915649" class="wp-caption-text">
</div>
<p>Conforme a proposta, a idade mínima para esses agentes, ao fim do período de transição, será de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, desde que comprovem 25 anos de contribuição e exercício da atividade.</p>
<p>Mas, no último mês de junho, o Plenário do STF declarou a inconstitucionalidade da idade mínima para a aposentadoria especial de trabalhadores que atuam em atividades insalubres (ADI 6.309). Essa regra estava prevista na reforma da Previdência de 2019.</p>
<p>Na ocasião, os ministros entenderam que a idade mínima comprometia a finalidade protetiva da aposentadoria especial, pois prolongava a exposição dos trabalhadores aos agentes nocivos. Em outras palavras, a idade mínima desvirtuava o objetivo do benefício, que é retirar os trabalhadores dessa exposição assim que possível.</p>
<p>“Considerando que o STF já disse que a idade mínima na aposentadoria especial é incompatível com a espécie desse benefício, a PEC já nasce com um ponto de possível inconstitucionalidade”, afirma a advogada <strong>Adriane Bramante</strong>, diretora do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).</p>
<p>Para <strong>Gabriel Martel</strong>, do escritório Fonseca Brasil Serrão Advogados, a crítica é correta e atual: “Qualquer tentativa da PEC 14/2021 de instituir ou chancelar uma idade mínima para os agentes comunitários de saúde nascerá frontalmente eivada de inconstitucionalidade material, colidindo diretamente com o novo precedente firmado pelo STF”.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>ConJur (<a href="https://www.conjur.com.br/2026-jul-20/manchete-seg-20-7-manha-nova-pec-de-aposentadoria-especial-vai-de-encontro-a-decisao-recente-do-stf/">https://www.conjur.com.br/2026-jul-20/manchete-seg-20-7-manha-nova-pec-de-aposentadoria-especial-vai-de-encontro-a-decisao-recente-do-stf/</a>)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Conversas sobre a controvérsia detalha decisão da TNU sobre concessão de benefício assistencial de prestação continuada</title>
		<link>https://www.ibdp.org.br/2026/07/20/conversas-sobre-a-controversia-detalha-decisao-da-tnu-sobre-concessao-de-beneficio-assistencial-de-prestacao-continuada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:34:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O podcast Conversas sobre a controvérsia está com um novo episódio disponível. A edição aborda o Tema 385, julgado pela Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) em 24 de junho de 2026. Na ocasião, foi fixada a seguinte tese: “1. Para fins de concessão do benefício de prestação continuada (BPC/LOAS), a caracterização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O podcast Conversas sobre a controvérsia está com um novo episódio disponível. A edição aborda o Tema 385, julgado pela Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) em 24 de junho de 2026. Na ocasião, foi fixada a seguinte tese:</p>
<p>“1. Para fins de concessão do benefício de prestação continuada (BPC/LOAS), a caracterização da deficiência não exige a demonstração de incapacidade para o trabalho. O requisito legal é o impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, entendido como alteração ou perda significativas na função ou estrutura do corpo, que, em interação com barreiras, obstrua a participação plena e efetiva do requerente na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas, devendo sua aferição ser realizada por meio de avaliação biopsicossocial. 2. Como medida de economia processual, o julgador poderá adotar os seguintes parâmetros: (i) a constatação judicial, com base em perícia médica, de inexistência de impedimento, de impedimento de grau leve ou de impedimento passível de resolução em menos de dois anos dispensa a realização de avaliação biopsicossocial, por afastar pressuposto necessário à caracterização da deficiência; (ii) a constatação de incapacidade total de longo prazo para qualquer atividade laborativa gera presunção relativa (iuris tantum) de deficiência, dispensando a avaliação social, ressalvada a possibilidade de o julgador afastá-la diante de elementos concretos que indiquem ausência de barreiras relevantes no caso específico; (iii) a constatação de impedimento de grau moderado ou grave sem incapacidade total de longo prazo exige a realização da avaliação biopsicossocial, com análise, feita por assistente social, dos fatores ambientais, das limitações de atividade e das restrições de participação social, a qual não se confunde com a análise de miserabilidade exigida para o segundo requisito do BPC&#8221;.</p>
<p>Para esclarecer os principais aspectos da decisão, o episódio conta com a participação do juiz federal Fábio de Souza Silva, relator do processo na TNU. A apresentação é do juiz federal Daniel Machado da Rocha, auxiliar da Turma Nacional de Uniformização.</p>
<p><b>Podcast</b><b></b></p>
<p>Conversas sobre a controvérsia é uma iniciativa da TNU em parceria com a Assessoria de Comunicação Social do Conselho da Justiça Federal (ASCOM/CJF). A produção é regulamentada pela Portaria CJF n. 579/2023 e conta com a coordenação dos juízes auxiliares da Turma Nacional de Uniformização.</p>
<p>O podcast apresenta temas representativos da controvérsia julgados pela TNU que possuem grande relevância e impacto nos Juizados Especiais Federais (JEFs). O objetivo é ampliar o conhecimento sobre a jurisprudência da Turma Nacional por meio de uma linguagem clara, objetiva e acessível.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>CJF (<a href="https://www.cjf.jus.br/cjf/noticias/2026/julho/conversas-sobre-a-controversia-detalha-decisao-da-tnu-sobre-concessao-de-beneficio-assistencial-de-prestacao-continuada">https://www.cjf.jus.br/cjf/noticias/2026/julho/conversas-sobre-a-controversia-detalha-decisao-da-tnu-sobre-concessao-de-beneficio-assistencial-de-prestacao-continuada</a>)</p>
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